quinta-feira, 30 de novembro de 2023

PAULO VI - PARTE 3

  Hoje vou continuar a falar sobre o Bairro Paulo VI de Conselheiro Lafaiete.

 Quem não viu a parte 1 pode conferir nos arquivos do blog na postagem de junho de 2017 e a parte 2 na última postagem no último dia 24.

Ao fundo a Creche Gertudes Cops e a Igreja do Divino Espirito Santo foto tirada do campinho do bairro                                                                  foto: autor da postagem,27/10/2023
 

 No último dia 24 foi reinaugurada a Quadra José Guilherme Sobrinho do Bairro Paulo VI. 

foto:Jornal Correio da Cidade

POSTO DE SAÚDE

Posto de Saúde em reforma                foto:autor da postagem,27/10/2023
 

 O Atual posto de Saúde do Bairro Paulo VI que leva o nome do Padre  Padre Maurício Peeters.Sendo que atualmente o posto está passando por reformas e deve ser reinaugurado no próximo ano,e o atendimento está sendo no centro Comunitário na rua 40.

  No final da década de 1980 e início da década de 1990 onde é posto de saúde,durante o tempo do Padre Arnould e Maurício era celebrado missas e coroações nesse local,tudo isso antes de concluir a Igreja do Divino Espírito Santo Que estava em obras. 

Padre José Arnould era pároco de Santa Terezinha na década de 1980 e Padre Maurício era pároco da Paróquia do Bom Pastor entre 1987 e 1990,a qual paróquia o Bairro Paulo VI pertence.

 

Coroação no Tempo do Padre Arnould isso onde é o posto de Saúde

foto:José Silvestre (José Chuchu) 

 

Procissão do Padroeiro Divino Espírito Santo,sem data    foto:José Silvestre (José Chuchu)
 

PADRE MAURÍCIO PEETERS

foto:Arquivo Pessoal
 

 Nascido em 2/1/1934 em Berbroeck na Bélgica.

 Ordenado Sacerdote em 21 de fevereiro de 1965.

  Foi Pároco da Paróquia do Bom Pastor entre 17 de setembro de 1987 a 26 de fevereiro de 1990,mas em maio de 1990 ele foi embora do Brasil,durante esse tempo ele atendeu o bairro Paulo VI e ajudou a construir a Igreja do Divino Espírito Santo.

Faleceu em 17/2/2001 na Bélgica

 ESCOLAS DO BAIRRO 

                              Monsenhor Antônio

A Escola Estadual Monsenhor Antônio José Ferreira,foi fundada em 21 de fevereiro de 1986. localizada atualmente na Rua João Martins Pereira,80 (antiga rua 13) 

Escola Monsenhor Antônio                    foto:Autor da postagem,27/10/2023


 Segundo o líder comunitário do bairro Paulo VI,José Silvestre Machado (José Chuchu) onde hoje é a Escola José Aleixo funcionava a escola Antero Chaves,depois lá passou a ser a Monsenhor Antônio.  E onde hoje é a Monsenhor Antônio foi construído a escola que passou a ser a José Aleixo.  Sendo que a Antero Chaves é o nome da Escola do Bairro Amaro Ribeiro. 

Anos depois houve a troca a Escola Monsenhor Antônio saiu da rua 7 para a rua 13 e a escola Municipal subiu da rua 13 para a rua 7.

Segundo o José chuchu foi com muita luta que conseguiram construir as escolas do bairro. 

 

Na foto vemos o senhor José Chuchu (de óculos) e algumas pessoas na Escola Monsenhor Antônio                                                           foto:José Silvestre (José Chuchu)  ,sem data

                       Municipal José Aleixo

 A Escola Municipal Vereador José Aleixo de Matos,localizada na Rua Jair Vieira da Rocha,13 (antiga rua 7) fundada em 19/5/2005

Escola José Aleixo                        foto:Autor da postagem,27/10/2023


PARQUE FLORESTAL

 

Entrada do Parque Florestal           foto:Autor da postagem,30/6/2019
 

 Parque Florestal “Eurico Figueiredo”

Interior do Parque  foto:site Minas Gerais

  O parque foi criado em 1986 pelo Decreto Municipal Lei n° 2.592/86, sendo um patrimônio cultural e paisagístico do município. Há no parque, sanitários, parquinho de pneus e um mirante. Suas instalações contam com trilhas abertas dentro da mata e fontes de água recuperadas. (Fonte: Acervo do Patrimônio Histórico Cultural de Conselheiro Lafaiete). Também há o Projeto Amigo do Parque, com a finalidade de incentivar as crianças e adolescentes ao conhecimento histórico, cultural e ambiental da região. Além disso, também são realizadas visitas escolares e técnicas, Corrida, passeio ciclístico e caminhada ecológica apreciando a variedade de fauna e flora local, e os visitantes podem conhecer o Viveiro de mudas e minhocário.

 Sendo que ele foi recuperado em setembro de 2010 e recentemente agora em 2023 teve algumas melhorias. 

 Localizado na Avenida Geraldo Plaza,100 Bairro Paulo VI. 

fonte:  http://www.minasgerais.com.br/pt/atracoes/conselheiro-lafaiete/parque-florestal-eurico-figueiredo

Para saber mais dessa região do Parque Florestal,veja nos arquivos do Blog postagem sobre a "Mata da Meia Lua" de junho de 2019. 

Agradecimento

 Ao líder comunitário José Silvestre Machado (José Chuchu) por várias informações e por ter emprestado algumas fotos. Ele que mora no Bairro há mais de 40 anos e lutou sempre por melhorias no bairro onde ele mora.

sexta-feira, 24 de novembro de 2023

PAULO VI - PARTE 2

  Hoje vou continuar a falar sobre o Bairro Paulo VI de Conselheiro Lafaiete.

 Quem não viu a parte 1 pode conferir nos arquivos do blog na postagem de junho de 2017.

História Anterior ao Paulo VI

foto:IBGE (Arquivo) década de 1950
 

  Anterior a Existência do Bairro Paulo VI,no Século XVIII essa área fazia parte das terras do
Paulista Amaro Ribeiro Serra.
No Século XX parte dessa área pertencia ao Exercito Nacional.
Na foto da década de 1950 mostra a antiga Companhia Santa Matilde,e pouco atrás mostra a área verde onde hoje é o Bairro Paulo VI mais à esquerda e mais à direita hoje é o Parque Florestal do Bairro . Onde tem o número 2 na foto vemos abaixo dele a Capela de São Sebastião do Bairro
Amaro Ribeiro.

Origem do Bairro 

Bairro Paulo VI década de 1980,foto tirada do morro do alto do Parque Florestal (antigo Morro
das Bananeiras).
foto:Arquivo da Biblioteca Municipal (antigo Acervo do Museu e Arquivo
Antônio Perdigão
 

Lei 2120 de 1979 Criação da COHAB atual Bairro Paulo VI

foto/fonte:Arquivo Câmara Municipal de Conselheiro Lafaiete 

Reportagem do Jornal Panorama de 1980 sobre o Bairro Paulo VI  

foto: :Arquivo da Biblioteca Municipal (antigo Acervo do Museu e Arquivo
Antônio Perdigão
 


O Bairro Surgiu quando era prefeito de Conselheiro Lafaiete,o Senhor Pedro Silva,e em 1979,ele construiu cerca de 1200 casas populares,nos terrenos da Companhia de Habitação de Minas Gerais (COHAB),e o bairro era conhecido como o nome de COHAB. Dizem que essas casas seriam onde é o atual Bairro Vale das Tamareiras,mas como onde situa a Tamareiras é menor,ficou decidido construir onde é o Paulo VI.
O Bairro ganhou o nome oficial de Paulo VI, em 1987 e seu nome antigo era COHAB.
O bairro cresceu muito,na década de 1980,porque pessoas de muitas cidades e outros
estados,principalmente da região do Nordeste,em busca de emprego na Empresa Açominas,acabou morando nesse bairro,e rapidamente o bairro cresceu.

Bairro Paulo VI ao fundo,vista panorâmica
foto:Luiz Fernando Azevedo,27/10/2023


Patrono do Bairro 

 Papa Paulo VI – Wikipédia, a enciclopédia livre  foto:imagens da internet

O Bairro Tem seu nome em homenagem ao PAPA PAULO VI .Seu nome de batismo era Giovanni Batista Enrico Antonio Maria Montini ( nascido em 26 de setembro de 1897 e falecido em 6 de agosto de 1978 ) sendo Papa eleito em 21 de junho de 1963 até a data de seu falecimento.

FOTOS DO BAIRRO              (ANTES E DEPOIS)

 ANTIGO CRUZEIRO DO BAIRRO

Cruzeiro na década de 1990      foto:cópia de Mauro Dutra de Faria


Onde era o Cruzeiro no passado        foto:Luiz Fernando Azevedo,27/10/2023

IGREJA DIVINO ESPÍRITO SANTO

 

Igreja no Ano de 1990
foto:Arquivo Biblioteca Pública Municipal (Museu Antônio Perdigão)


 
Igreja no ano de 2023           foto:Luiz Fernando Azevedo,27/10/2023
 
OUTRAS FOTOS DO BAIRRO  
 
Construções da Casa do Paulo VI década de 1980  foto:Arquivo da biblioteca Municipal (antigo Acervo do Museu e Arquivo Antônio Perdigão)
 

 
Rua Paulo Goyata Albanese (antiga rua 14)         foto:Luiz Fernando Azevedo,27/10/2023


Vista da parte central do Bairro               foto:Luiz Fernando Azevedo,27/10/2023

Construções da Casa do Paulo VI década de 1980  foto:Arquivo da biblioteca Municipal (antigo Acervo do Museu e Arquivo Antônio Perdigão) 

 

Construções da Casa do Paulo VI década de 1990  foto:Arquivo da biblioteca Municipal (antigo Acervo do Museu e Arquivo Antônio Perdigão)

Praça José Rodrigues .               foto:Luiz Fernando Azevedo,27/10/2023


NOTA

Pode ser que eu venha a falar do Bairro Paulo VI em outras oportunidades. 

Mais uma vez falo aqui que para saber mais veja postagem de junho de 2017 sobre a Parte 1 do Bairro Paulo VI.



sexta-feira, 3 de novembro de 2023

RUA TAVARES DE MELO

  Hoje vamos falar da Rua Tavares de Melo,no centro de Conselheiro Lafaiete. 

 Nomes antigos

 Rua do Fogo, Rua de Baixo 

Rua Tavares de Melo,por volta de 1930.            Foto:Etelvino Leite
Antiga sede do Jornal Panorama,na Rua Tavares de Melo,129 na década de 1980,e no canto da foto dois leões na entrada (estátua construída pelo pedreiro Alagoas,que hoje está no Museu Antônio Perdigão)      foto:Reprodução Facebook realmente Amigos de Lafaiete.


 notas antigas

 O Jornal de Lafaiete,edição 38 de 4 de julho de 1938 ,diz assim: " A Rua Tavares de Melo,ao que parece ,será calçada dentro de breve dias... " 

 O historiador Antônio Perdigão no Jornal Panorama de 1979 passou essas informações: 

 "Esta rua nasceu na época da Vila de Queluz. Ela constituía um caminho acanhado em direção ao rio das Bananeiras. Com o passar do tempo recebeu membros da colônia italiana, que se estabeleceram ali e colocaram suas indústrias de latoeiros, caldeirões, tachos, bules, bacias e vários artigos do gênero, que eram ali fabricados. Na fabricação dos utensílios, suas forjas soltavam fagulhas vermelhas, e, devido às forjas, o caminho foi batizado como Rua do Fogo.

Nobres famílias construíam suas residências neste local, o que valorizava e embelezava a rua. Os Brandões, Chaves e Souzas pra lá se mudaram, se destacando a família Tavares de Melo, com sua grande força política e conceituado médico. Com o desenvolvimento da Rua Afonso Pena, e também com a diminuição das forjas dos funileiros, o povo passou a chamá-la de Rua de Baixo. A Sociedade Santa Cecília, fundada em 1885, construiu sua sede nesta rua e os moradores locais ouviam os dobrados da banda nas noites dos ensaios.

A Câmara Municipal instalou na rua o seu açougue oficial, nesta rua também foi montado uma casa com o gabinete dentário do famoso dentista e político Luiz de Souza, o “Seu Lulu”.

A rua foi calçada por pedras pela municipalidade. Ela recebeu o nome oficial de Rua Tavares de Melo em homenagem ao grande homem público e médico, morador do logradouro. A rua iniciava ao lado do Fórum indo até a Travessia da Central, com o tempo foi encurtada e terminava na antiga Pensão Formoso, onde hoje está instalada a B.M.G.

A Rua Tavares de Melo sempre foi uma rua tradicional, com pessoas importantes como os advogados Dr. Antero Chaves e Henrique W. de Abreu; o “Seu Lulu” e Zeca Brandão, homens públicos; Dona Alexandrina, pianista; José Domingos Baêta, capitalista; além da Sociedade Santa Cecília, marco de maior tradição. Nesta rua encontrava-se um ponto pitoresco, o Beco da Fontinha, espécie de saída de emergência do campo do Queluziano, hoje pertencente ao Meridional, e que tinha também água sempre fresca e famosa.

Atualmente a rua guarda ainda um requinte aristocrático. Lá está a redação do Jornal Panorama, advogados, pianistas, elegantes casas comerciais e escritórios bem montados, sauna, hospital e o Departamento de Educação e Cultura.

Resta pouca coisa das antigas ruas “do Fogo” e “de Baixo”, salvo alguns casarões da época da vila."

Fonte: Jornal Panorama, Ano I, nº 47 – Abril de 1979.

Rua após 1979

 Rua Tavares de Melo,década de 2020.                 foto:imagens da internet
 

 Hoje é uma rua comercial ,nela ainda funciona o Hospital São Camilo,diversas lojas comerciais e escritórios ,Clube Santa Cecília ,prédio da empresa de telefonia (antiga Telemig) e resta ainda poucas casas modernas.

  A muitos anos nela funcionou o Cine Lafaiete que foi desativado na década de 1990.

  O casarão do Henrique Waldimiro de Abreu que existia nessa rua que era um dos mais bonitos que ali já existiu também foi demolido na década de 1990.  

 O Citado B.M.G é onde hoje é um prédio que fica nos inícios das ruas Tavares de Melo e Afonso Pena.

Homenageado 

  O homenageado é o Doutor  José Tavares de Melo ¹ ,que nasceu em Queluz no Século XIX,e faleceu em 1872 em Santo Antônio de Pádua. Ele chegou a ser deputado por Minas Gerais entre 1850 a 1857 e também chegou a ser Senador. 

nota: ¹ O pai e o avô dele também chamava José Tavares de Melo. E também um filho dele tinha o mesmo nome foi o que nasceu em 30/6/1857 e faleceu em 18/8/1922

Fontes:*  Jornal de Lafaiete (4/7/1938)

          *  Jornal Panorama, Ano I, nº 47 – Abril de 1979.

          *   http://bibliotecalafaiete.blogspot.com/p/ruas-pracas-e-avenidas-da-cidade.html

          *   Livro de Villa Real de Queluz a Conselheiro Lafaiete (pelas Ruas da cidade) de Antônio Perigão,ano de 2007,editora Lesma.

             * site Queluzdeminas.com.br (família Tavares de Melo / postagem de 2011) 

quinta-feira, 26 de outubro de 2023

BAIRRO SANTA MATILDE -PARTE 4

  O Bairro Santa Matilde de Conselheiro Lafaiete é cheio de histórias,se fosse para mim contar a história do bairro gastaria inúmeras postagens.

 Quem não viu a parte do Bairro Santa Matilde Parte 1,2 e 3 (veja nos arquivos do blog,postagem de maio de 2018).

Vista do Bairro Santa Matilde década de 1970 em detalhe a Companhia Santa Matilde aos fundos ,e Br 040 no fundo à esquerda. E ao centro obras da Matriz Nossa Senhora da Conceição

foto: Autor não identificado.  Reprodução
 

 Hoje faz 107 anos que a extinta Companhia Santa Matilde iniciou suas atividades num dia 26 de outubro de 1916 (lembrando que essa Companhia havia sido registrada no cartório de Lafaiete em 13 de maio de 1913). 

 O Historiador Antônio Perdigão no Jornal Panorama de 1979 assim falou do Bairro :

" A história do bairro Santa Matilde está dividida em duas etapas:

Na primeira etapa o bairro recebeu o nome de Bananeiras, isto porque neste local ficava a Fazenda das Bananeiras, que pertencia ao Barão de Suassuí, que era dono de outras propriedades também. As terras da fazenda atingiam quase todo o vale e parte do morro do Alto dos Pinheiros. Com a morte do Barão a propriedade passou para o Capitão Antônio Furtado de Mendonça e depois de certo tempo, com a morte do Capitão, Maria José Furtado de Mendonça Amaral e seu esposo João Evangelista do Amaral herdaram a fazenda.

A segunda etapa iniciou-se na década de vinte com a expansão do bairro através das fábricas. Neste local foi instalada uma fábrica de laticínios – Companhia Santa Matilde de Laticínios – que produzia queijo, manteiga e outros produtos derivados. Essa Companhia, tempos depois, começou a produzir tijolos, esquadrias, forros, móveis, engenhos e arados, além de representar o cimento “Excelsior” na região. Nesse período começaram a surgir as primeiras casas de operários junto à antiga estrada “União Indústria”. Nesta década a Companhia ainda iniciou a exploração de minério e construiu uma estrada de ferro que ligava Bananeiras a Jurema, Cocoruto. A Estrada de Ferro Santa Matilde começou na pequena estação das Bananeiras, no Km 460.503. Os engenheiros Dr. Gespacher e Chapuís trabalharam na obra.

Em maio de 1926 o bairro recebeu a visita do presidente do Estado, Dr. Melo Vianna, que foi recebido pelo presidente da Companhia Dr. Pimentel Duarte. Nessa ocasião ocorreu a inauguração dos cursos “Arthur Bernardes” e “Melo Vianna”. Houve a participação da banda de música Santa Cecília, que tocou o Hino Nacional. O Presidente do Estado e da Companhia, juntamente com outros membros da comitiva foram visitar a mina de Jurema. Foi utilizado pelo Presidente do Estado um automóvel Ford, com pneus de metal adeptos aos trilhos da estrada de ferro e o restante da comitiva utilizou uma prancha. A viagem durou 45 minutos e foram percorridos 24 Km.

Em 1936 foi instalado no bairro um Posto de Monta do Exército, chamado pelo povo de “Remonta”. Neste local criavam-se cavalos de raça e ali havia instalações diversas. O departamento militar trouxe oficiais e diversos soldados que impulsionaram o local com a construção de uma das melhores quadras de voleibol da cidade e também melhores times. A chamada “Rua Nova” abrigava a residência dos oficiais e o alojamento dos diversos soldados. O primeiro armazém daquele local pertenceu ao Sr. Francisco Ribeiro e o primeiro bar ao Sr. Joanico. As primeiras residências do bairro pertenceram aos Srs. Antônio Aureliano, Benedito Camargo, Jaime Euzébio, Manoel Marques, José Ferreira da Costa, Izidoro e Anestor Augusto.

Havia no bairro uma antiga e bem cuidada capela que foi construída por José Apolinário Sobrinho, Lebenício dos Anjos e João Rosa de Almeida. A capela cujo padroeiro é São Vicente de Paulo contou com a contribuição do carpinteiro e marceneiro da Cia Santa Matilde, Anestor Augusto, que fez o altar e as talhas. Atualmente essa capela é zelada pela Irmandade de São Vicente de Paulo.

O desenvolvimento do bairro deu-se a diversos fatores, sendo um dos principais a expansão do trabalho com a fabricação em grande escala de vagões ferroviários e grande quantidade de operários. A seguir o bairro foi loteado com ruas e praças, o que favoreceu para que inúmeras famílias mudassem para lá. Desse modo o comércio cresceu e evitou-se que os moradores tivessem que ir ao centro para fazer compras. Uma das herdeiras da antiga Fazenda das Bananeiras, Izabel Furtado do Amaral, loteou uma grande área e transformou-a no progressista bairro Amaral, o que fez aumentar o número de habitantes nas proximidades do bairro Santa Matilde.

No local havia procissões que saiam da capela, com os andores cuidadosamente enfeitados por Sr. Sebastião da Silva. Então surgiu a ideia de se construir uma igreja maior no local. O então Cônego Moreira procurou o bispo Dom Oscar, que veio ao local e deu a licença para a construção, tendo o padre Cornélio escolhido o nome de Bom Pastor para a nova matriz e paróquia. A área da capela era pequena, assim o Sr. Anestor Augusto doou um lote para aumentar a área e dessa forma o problema foi resolvido. O mestre da obra foi o Sr. Antônio Ferreira Alves Filho e a imagem do Bom Pastor foi doada pela família de Anestor Augusto, que adquiriu-a em São Paulo e ficou guardada por muito tempo no lugar em que foi batizado, na igreja de Buarque de Macedo.

Hoje o bairro Santa Matilde possui o Colégio Luiz de Melo Viana, três campos de futebol, a Sociedade Musical Santa Matilde e vários comércios. Duas linhas de ônibus servem o bairro e o poder municipal empenha-se em melhorias para o bairro. A origem do nome se deve à Companhia Santa Matilde que há mais de meio século opera no bairro com sua grande indústria."

 Jornal Panorama, Ano II, nº 63- Agosto de 1979

 Fonte: http://bibliotecalafaiete.blogspot.com/p/ruas-pracas-e-avenidas-da-cidade.html

 Jornal Panorama, Ano II, nº 63- Agosto de 1979

SANTA MATILDE  APÓS 1979 


Vista panorâmica do Bairro Santa Matilde,ano de 2014      foto:autor da postagem

 

 Infelizmente a Companhia Santa Matilde encerrou suas atividades na Década de 1980,hoje o Bairro tem diversos tipos de comércios ,novos prédios e um bairro bom para morar.

 Em 2022 o morador do bairro , escritor e poeta Osmir Camilo Gomes,lançou o livro "Santa Matilde - Vila Quase Cidade " da editora Lesma. Que é um livro que eu aconselho a ler para saber mais sobre esse gigante Bairro Santa Matilde.

PARA SABER MAIS BAIRRO SANTA MATILDE 

Acesse ao Arquivo do Blog: Maio de 2018 - Bairro Santa Matilde parte 1,2 e 3, Paróquia do Bom Pastor (maio de 2017 e maio de 2019) ,Capela Vicentina da Santa Matilde (setembro de 2017).

segunda-feira, 16 de outubro de 2023

AVENIDA FURTADO

  Hoje vamos falar sobre a Avenida  Furtado,Bairro São Sebastião da cidade de Conselheiro Lafaiete.

Avenida Furtado anos de 1980 e abaixo 2012

foto:Arquivo Tarcísio Souza,facebook Realmente Amigos de Lafaiete
 

 É uma importante via que liga os bairros São Sebastião e Carijós ,com saída para a BR 040.

 Assim escreveu Antônio Perdigão para o Jornal Panorama de 1979 ao falar dessa avenida:

" Em 1883, quando chegaram os trilhos da Estrada de Ferro D. Pedro II, começou a surgir o pequeno Bairro de Lafayette, que é hoje a parte baixa da cidade. Inicialmente este bairro era composto pelas ruas Marechal Floriano, Dr. Campolina, Wenceslau Braz, Várzea de São Sebastião, Olaria e Areal.

Tempos depois surgiu um caminho que completava toda a área plana do local, que ligava a chácara do Sr. João Lopes Franco ao centro populoso e comercial. Até meados de 1900 havia poucas casas na Avenida Furtado. O desenvolvimento veio através do Clube Prado Carijós e a prática esportiva da primeira corrida de cavalos ali realizada. O jornal “Gazeta de Queluz”, de 02/09/1909 destacou a organização da corrida pelo clube.

O Clube Prado Carijós ainda não tinha suas obras totalmente construídas quando sua diretoria resolveu inaugurá-lo em 29/08 com a corrida de cavalos. No horário marcado estavam ali enorme número de concorrentes e nas arquibancadas grande número de famílias da sociedade, todos animados em assistir este gênero de esporte. Este evento foi realizado pela diretoria do clube, especialmente pelo Sr. Capitão Pacífico Vieira e Ernesto Pinheiro, que não mediram esforços e tiveram os êxitos alcançados.

Desta época em diante a região ficou conhecida por Bairro do Prado. Foram surgindo novas casas, com a parte baixa da cidade em grande desenvolvimento.  No local onde teve as corridas a Câmara Municipal projetou a Avenida Furtado e em 1915 o Grupo Espírita Paz construiu ali sua sede. Surgiram belas residências e dinâmico comércio, de forma que a avenida funcionava ligando o Centro ao Bairro Carijós. Nesta avenida a Loja Maçônica Estrela de Queluz construiu seu majestoso edifício/sede; outras entidades como a Escola Estadual Manoel Lino funcionaram ali também. "

Fonte: Jornal Panorama, Ano I, nº 49- Maio de 1979

 http://bibliotecalafaiete.blogspot.com/p/ruas-pracas-e-avenidas-da-cidade.html

AVENIDA FURTADO APÓS 1979

Avenida Furtado em 2020          foto:imagens da internet
 

   Hoje é uma avenida asfaltada que tem variados tipos de comércios. Além de ser sede de uma Loja Maçonaria de Queluz e também do Grupo Espírita Paz. 

  Praça JK (na entrada da Avenida confluência com a Travessa Rio Branco) surgiu na década de 1950,busto foi colocado ali após Juscelino Kubitschek ser eleito presidente do Brasil em 1956 e sendo que nessa praça ele em 1955 fez campanha eleitoral nesse exato local,e aṕos tudo isso a administração municipal e a população fizeram essa homenagem ao ex presidente do Brasil. A praça  foi restaurada em 2 de outubro de 1989. (comemorativo aos 90 anos da loja Maçônica)

 Grupo Espírita Paz foi fundado em 31 de março de 1906 ,mas desde 1915 tem sede na avenida.

 A Loja Maçônica Estrela de Queluz foi fundada em 13 de junho de 1899 ,e tem prédio na Avenida em estilo moderno desde 1958. 

 O Grupo Escolar Manoel Pinto foi criado em 1955 e encerrou suas atividades a muito tempo.

   Em 2016 o senhor  Reuber Lana Antoniazzi lançou o livro " Avenida Furtado - No tempo do brilho dos paralelepípedos. "  (algumas informações acima estão nesse livro,é um grande livro que aconselho a ler). 

 

PARA SABER MAIS

 Veja nos arquivos do Blog a postagem : São Sebastião de Lafayette (postagem de janeiro de 2017,sobre a igreja) e Bairro São Sebastião (janeiro de 2018).

sábado, 7 de outubro de 2023

BAIRRO ROSÁRIO - PARTE 2

  Hoje vamos falar sobre o Bairro Rosário em Conselheiro Lafaiete.

  Em outubro de 2018 a parte 1 falei desse bairro e agora nessa parte 2 vou lembrar um texto antigo escrito pelo historiador Antônio Perdigão em 1979. E curiosamente o  Museu Antônio Perdigão começou a funcionar nesse bairro Rosário em 1976 sabiam dessa ? 


 

Confluência das ruas Barão de Coromandel e Amaro Ribeiro no Bairro Rosário em 9/10/2018                            foto:autor dessa postagem

 

foto por volta de 1940,ao centro dessa foto vemos o Bairro Rosário

foto:Arquivo Nacional,Jornal Correio da Manhã,sem data.  

 Representação do Bairro Rosário na década de 1920 ,não consegui ainda descobrir o autor desse desenho.

foto:Mauro Dutra de Faria

 

No jornal Panorama de 1979 assim escreveu Antônio Perdigão sobre esse bairro: 

 "O bairro Rosário surgiu quando já havia a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição e as Capelas de Santo Antônio e do Carmo. A Irmandade de Nossa Senhora do Rosário foi fundada com o intuito de se construir uma Capela em louvor a esta santa. No alto do morro foi levantado um cruzeiro de madeira, com dia de festa, inclusive com missa. O Cruzeiro ficou lá por longo tempo, porém a capela nunca foi construída.

O bairro tinha característica bucólica, era residencial, com ruas calmas e vizinhos camaradas; ligava o centro comercial ao bairro Fonte Grande. O local onde foi colocado o Cruzeiro passou a se chamar Alto Capenga, devido ao apelido de um velho morador dali. Aí havia uma casa velha com várias portas e janelas na frente e um quintal arborizado, onde as crianças se divertiam.

Por volta de 1917 residia na rua Assis Andrade um dos diretores da Sociedade Musical Santa Cecília, de forma que os ensaios da banda eram realizados ali por diversas vezes. Uma das mais antigas fábricas de violas ficava no bairro Rosário. A fábrica pertencia a José de Souza Salgado, cujas violas eram famosas não só no estado de Minas Gerais, mas em outros também. Os irmãos Salgado, João e Eduardo, mantiveram a fábrica em atividade no bairro por longos anos.

Residia neste bairro o Dr. Antônio Cândido de Assis Andrade, famoso médico e um dos fundadores da Santa Casa de Misericórdia, atual Hospital Queluz. No local onde funciona a Câmara Municipal, funcionou por muito tempo a sede do Posto de Higiene da cidade. Também já houve neste bairro, na década de 20, um dos melhores campos de futebol. No subsolo deste bairro nasce a água que abasteceu por mais de um século a conhecida Fonte Grande, gerando ainda uma nascente de água límpida e fresca, que corria numa bica na Rua Melo Viana.

Inicialmente a Rua Assis Andrade era conhecida como Rua do Rosário, pois era a única que lá havia, de forma que, as outras atuais ruas, na época, eram bem pequenas em becos estreitos. A rua Nogueira Coelho, conhecida antigamente como Beco das Escadinhas, ligava a rua Afonso Pena ao Alto do Capenga.

Atualmente o bairro continua sendo residencial e seu comércio é formado por pequenas casas comerciais, bares e quitandas. Neste bairro já existiu a sede da redação do jornal Correio da Semana, cujo último diretor, Wilton Andrade Souza, montou oficinas na rua Assis Andrade. Em 1979, outro jornal, O Alerta, é editado na mesma rua.

No velho sobrado que faz esquina da rua Assis Andrade com a Horácio de Queiroz, residia o Sr. José Teixeira de Araújo, dentista, e que foi diversas vezes delegado de polícia da cidade, cujo filho Murilo, caiu da torre da Igreja Matriz na década de 30.

O bairro atual teve as ruas calçadas, de forma que, desapareceram os antigos becos e vielas. Assis Andrade, Barão de Coromandel, João Pessoa, Pimentel Salgado, Delfo Biagioni, Souza Salgado e Aprígio Andrade são algumas das ruas acolhedoras do bairro. Também na rua Assis Andrade, foi instalado no nº 230, em 1976, a Biblioteca Antônio Perdigão – Museu e Arquivo da Cidade, onde ficou até janeiro de 1979."

Jornal Panorama, Ano II, nº 54- Junho de 1979

CURIOSIDADES

 Perdigão falou sobre a morte de Murilo ocorrida em 1929 (para saber mais vai nas postagens de maio de 2017 e maio de 2019 que falam sobre esse assunto) .

 Após essa reportagem de 1979,em 2 de janeiro de 1980 tivemos a inauguração da Câmara Municipal de Conselheiro Lafaiete,na rua Assis Andrade n° 540  (para saber mais veja postagem sobre a Câmara de maio de 2017 nos arquivos desse blog está em 3 partes). 

Violas de Queluz (veja postagem de março de 2017)

Vista parcial do bairro Rosário sem data (provavelmente na década de 1930)

Bairro Rosário vista parcial foto de 1957

foto:Facebook Realmente Amigos de Lafaiete
 

foto:original autor desconhecido,cópia de Mauro Dutra de Faria


Fontes:

 Jornal Panorama, Ano II, nº 54- Junho de 1979

  http://bibliotecalafaiete.blogspot.com/p/ruas-pracas-e-avenidas-da-cidade.html

Para Saber Mais

 Veja Bairro Rosário de Lafaiete (Parte 1) postagem de outubro de 2018;  Centenário de Antônio Perdigão (postagem de novembro de 2018) e Rosário em Lafaiete (outubro de 2016)

quarta-feira, 27 de setembro de 2023

BAIRRO SANTA EFIGÊNIA

  Hoje vamos falar sobre o Bairro Santa Efigênia de Conselheiro Lafaiete.

   No passado a região era conhecida como Dois Barrancos,era praticamente desabitada. Mas hoje é um bairro que cresceu muito .  

 

vista panorâmica do bairro ao fundo.sem data         foto:Facebook Realmente Amigos de Lafaiete (arquivo) autor não localizado

   Histórico do Bairro

    

 Numa reportagem do Jornal Correio da Cidade em 2007 encontrei esse registro que diz assim :

 " Nos primórdios do Bairro,como centro do povoamento,remontam à instalação da Real Villa de Queluz,em 1790. É a atividade mineradora,porém,e as instalações ferroviárias do fim do século XIX que farão surgir os primeiros habitantes fixos da Região dos Barrancos (futuro bairro Santa Efigênia,zona norte da Cidade). 

  Iluminadas a querosene e lampião,as primeiras ruas,becos e residências formaram-se com as primeiras famílias oriundas da zona rural de Queluz de Minas. As primitivas redes de iluminação vieram pela Companhia Força e Luz ,precariamente,com média de três dias para cada localidade.  O ritual de buscar água para nutrição,higiene e demais necessidades é uma forma particular de o bairro lidar com a lembrança. Havia duas fontes: uma na rua da Fontinha (atual bairro Campo Alegre) e a outra na rua do caixa,atual Doutor Zebral. Na construção da igreja e do muro do Meridional ,voluntários carregavam latas d'água,principalmente mulheres e crianças,fazendo cumprir a vocação solidária e a ousadia do devoto e benfeitor Chico Grande."

fonte: Jornal Correio da Cidade edição de 26/5 a 1/6/2007 (texto de Osmir Camilo Gomes e Wagner Vieira,Grupo Lesma,com o título " Religião e Futebol no Santa Efigênia" ) 

 Nota: O muro antigo do Meridional foi destruído em  2020,para a construção do novo campo do Meridional que em breve ficará pronto. 

O BAIRRO

 É um bairro geograficamente pequeno e possui poucas ruas. Entre as principais estão a Rua Santa Efigênia,Barão de Suassuí,Pio XII e parte da Aminthas Junqueira.

 Veja algumas leis antigas: 

  Lei 1440 de 1973  rua Santa Efigênia

 Lei 1411 de 1973 rua Barão de Suassuí  

 Lei 2366 de 1981 Alameda Osório Amâncio

 Lei 4054 de 1996 utilidade pública da Associação Comunitária do Bairro Santa Efigênia

Lei 684 de 1964 o loteamento de Américo Figueredo passa a pertencer ao Bairro Santa Efigênia.

 Lei 5256 de 2010 Muda o nome do Bairro Santa Efigênia 2 para Nossa Senhora das Graças (algo que na prática não foi cumprido) .

  O Bairro além de ter a Igreja Santa Efigênia (de 1926),O monumento do Cristo Redentor (inaugurado em 12 de novembro de 1988),o campo do Meridional (fundado em 7 de setembro de 1922),a gruta Nossa Senhora das Graças (construída na década de 2000) e o Cemitério do Vale do Ipê (inaugurado em 1985).

  No final do bairro próximo a entrada dos bairros Oscar Correa e Lima Dias,próximo ao Supermercado Bh está sendo Construído um trevo para facilitar a entrada do Bairro ,tudo isso próximo a MG 129 rodovia que liga a Ouro Branco. 

fonte:site oficial da Câmara de Lafaiete (nome das ruas antigas)

A IGREJA DE SANTA EFIGÊNIA

Igreja antiga em fotos sem data           foto:cópia de Mauro Dutra de Faria,fotos originais de autor não encontrado
 

 Para saber mais leia postagem de setembro de 2017.

 De novidades mais recente em 30 de dezembro de 2017 a Igreja foi reaberta ao público toda reformada e na nova cor um azul a sua anterior era um amarelo e marrom. Lembrando que essa capela pertence a Paróquia de  Nossa Senhora da Conceição.

 

Igreja Santa Efigênia em dezembro de 2017         foto:Fernando Castro

 Não Pode esquecer de Chico Grande quem construiu essa bela igreja,e no Jornal Correio da Cidade edição de 26/5 a 1/6/2007 assim falou de Chico Grande: " Contam os antigos,os pais e os avós ,segundo os letras de forma clara e pungente,que o ordenador de obras Francisco Gonçalves (Chico Grande) ,de tradição escrava e extensa prática religiosa,encontrando-se enfermo,fez prometer a Nossa Senhora Mãe e ao Senhor Deus nas alturas o "erguimento" de uma capela em homenagem à sua madrinha Santa Efigênia. Contam em detalhes que,após breve cura,o obreiro Chico Grande subiu ao alto do morro da Igreja de Santo Antônio e de lá soltou um foguete,definindo que o artefato caísse seria construído o tal templo. No alto do então Morro da Eva,hoje Praça do Cristo,ergue-se a Igreja de Santa Efigênia,na região dos Barrancos e do Morro das Castanheiras... "

  Algo interessante também é o Cruzeiro gigante de 9,85 metros colocado atrás dessa igreja,que foi colocado na missão dos Redentoristas em 2005 (entre 28 de outubro e 13 de novembro de 2005). E na frente da igreja tem um outro cruzeiro que foi colocado em 31 de maio de 1998. 

 


 Igreja Santa Efigênia e o Cruzeiro grande na parte de trás da mesma em dezembro de 2022

foto:Pulsar Imagens

Cruzeiro antigo,foto sem data        foto:arquivo pessoal

PARA SABER MAIS SOBRE O BAIRRO SANTA EFIGÊNIA  VEJA AS POSTAGENS NOS ARQUIVOS DO BLOG

Igreja Santa Efigênia (setembro 2017),Solar Barão de Suassuy (castelinho) (março de 2017),Guarani e Meridional (Setembro de 2017),Cristo  de Lafaiete (novembro de 2017), Solar Barão de Suassuy (julho de 2020)e Rua Barão de Suassuí (setembro de 2023) ,Cemitérios de Lafaiete (novembro de 2016) e Gruta Nossa Senhora das Graças (novembro de 2017 e 2019).